sábado, 23 de abril de 2011

Para Eliza.

Eliza, eu amava te ver sorrir e não era só por amar teu sorriso. Eu amava quando ficávamos caladas ao telefone, e não era por falta do que falar e sim apenas por vergonha de dizer. Eu amava o simples fato de saber que alguém em algum lugar do Mundo pensava intensamente em mim, como via a pensar em você. Amava o simples fato de ser sua e de ter-te.
Eu apreciei cada segundo, cada mensagem, cada ligação, cada pensamento, cada gesto, cada palavra dita e não dita. Eu apreciei todo o amor dado e todo amor que ainda pretendíamos dar uma a outra. Apreciei-te por inteiro, não houve uma parte sua não apreciada por mim.
Quis casar com você todos os dias, porque nada bastava, te queria cada vez mais e mais.
E depois que se foi, senti sua falta todos os dias, sem exceção. Pensei em ligar e implorar para que voltasse, mas não me atenderias. Não errei, não erramos, a vida errou conosco.
Eliza, você foi o amor da minha vida. Com toda certeza, amei-te além do amor. E não importa o quanto eu escreva, nada dirás com exatidão toda a falta que sinto.
Onde quer que você esteja, saiba que amo-te, e amor nunca acaba. E estou a esperar-te, minha pequena.
E se um dia voltar, pedir-te-ei que fique. E que nunca mais se vá.

(Emelly Dias Aloy)